Atividades de ordem alfabética


Dicionáro - Ordem Alfabética

1. Coloque as palavras de cada grupo em ordem alfabética:
I.     livro   dado   rua  Carlos   violão
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II.   baleia   ilha   Marcelo   peteca   unha
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III.  salada   xarope   escova   Fábio   galo
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IV.   zebra   Thales   amarelo   quiabo   navio
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V.    panela   pipoca   pudim   pente   pomada
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VI.   clero   clone   classe   clima   clube
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2. Em cada grupo de palavras, há uma que não está corretamente colocada na ordem alfabética. Sublinhe-a usando lápis verde.

a. elefante – fazenda – jardim – grama – herói – infantil

b. loja – mercadoria – restaurante – teatro – cinema – urso

3. Escreva V para verdadeiro ou F para falso:
         No dicionário:    a. Disfarce vem depois de distraído. ( )
      b. Pastel vem antes de pássaro. ( )
      c. Grade vem depois de grande. ( )
      d. Pedreiro vem depois de pedra. ( )

4. Assinale as palavras que se encaixam entre leilão e lente:

( ) lei ( ) lençol ( ) lento ( ) leque ( ) ler ( ) leite ( ) lenda ( ) lenha ( ) lembrar ( ) leve

5. João estava em dúvida quanto à grafia da palavra “caridosa”. Não se lembrava se escrevia com “s” ou “z”. Decidiu procurar no dicionário, mas não encontrou.
Explique por que ele não a encontrou.
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Os exercícios abaixo se referem à variedade de significações que uma palavra pode ter.
 Use o dicionário para realizá-los.

6. Observe os significados da palavra planta e depois numere a segunda coluna de acordo com a primeira.


a. O prego entrou na planta do meu pé.
b. D.Joana rega a planta todo dia. 
 c. A planta da casa foi feita pelo engenheiro.
d. O homem planta a árvore no quintal.
 e. A menina planta-se na porta esperando o namorado.
 ( ) vegetal
 ( ) plano detalhado de imóvel
 ( ) coloca-se
 ( ) parte do pé que assenta no chão
 ( ) fincar na terra


7. Observe os significados da palavra bater e depois numere a segunda coluna de acordo com a primeira.


      a. Frederico bateu as botas.
      b. De manhã, o menino batia o queixo.
      c. O sol bate nesta sala.
      d. A mulher bateu toda a roupa.
( ) lavar dando pancadas
( ) iluminar
( ) morrer
( ) tremer


Sete sinais de que o seu filho pode ter dislexia

Distúrbio, que afeta cerca de 5% da população brasileira, atrapalha a leitura e a escrita. Alguns comportamentos indicam que a criança é disléxica

Mariana Janjacomo
Crianças na escola
Dislexia: não tem cura, mas tem tratamento (Agência Brasil /VEJA)
Crianças com dificuldade de aprendizagem na escola podem ser vistas por pais e professores como desinteressadas e desleixadas. Mas as notas vermelhas talvez sejam sinal de dislexia, distúrbio que afeta a capacidade de ler e escrever. A condição afeta cerca de 5% da população brasileira, segundo o Instituto ABCD, organização social voltada a jovens com dislexia e outros problemas de aprendizagem.
Não há cura para a dislexia, que se manisfesta por herança genética e não se relaciona com distúrbios psicológicos. O tratamento, feito com fonoaudiólogos, psicólogos e psicopedagogos, costuma garantir uma vida normal aos portadores do transtorno. "A leitura e a escrita vão exigir esforço constante, mas a criança pode seguir sua vida escolar sem problemas", afirma Carolina Piza, pesquisadora e neuropsicóloga do Núcleo de Atendimento Infantil Interdisciplinar da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "O desenvolvimento intelectual e a capacidade de comunicação não são afetados."
A neuropsicóloga explica que o diagnóstico de uma criança disléxica pode ser feito apenas a partir da alfabetização, quando um professor percebe que a evolução do aluno está aquém da esperada. Mesmo assim, é necessário que a criança seja submetida à análise de professores, psicólogos e fonoaudiólogos para diferenciar se ela tem dificuldades pontuais ou é disléxica. 
Confira sete sinais de que seu filho pode ser disléxico: 
1 de 7

Leitura lenta e pouco fluente

Crianças com dislexia costumam demorar mais para ler do que aquelas sem o distúrbio. Isso porque elas têm dificuldade em identificar palavras e associá-las a seus sentidos. Sua leitura em voz alta costuma ser menos fluente do que a das outras crianças da mesma idade escolar. 

http://veja.abril.com.br/noticia/saude/sete-sinais-de-que-o-seu-filho-pode-ter-dislexia
*Fontes: Miguel Pires Jr., neuropediatra do Hospital São Luiz, e Carolina Toledo Piza, pesquisadora e neuropsicóloga do Núcleo de Atendimento Infantil Interdisciplinar da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

Caligrafia: tudo começa com o caderno de caligrafia

Por 

Professor, Palestrante e Especialista em Educação InclusivaPrincipal contribuidor
Quando alguém tem uma letra bonitinha, de fácil leitura e compreensão, sempre permite elogiar dizendo: Que escrita bonitinha, parece letra de professor!
Mas quando a escrita é feia e de difícil compreensão, remete a perguntar: Que letra feia, parece de médico!
Na verdade, todos nós, no início de nossas vidas escolares, somos trabalhados para aprender a ler e escrever. Somos alfabetizados diante de um aprendizado como muita leitura e desenvolvimento da escrita. Aí, entra em cena o famoso caderno de caligrafia.
Nessa etapa da vida escolar, a esmagadora maioria dos estudantes está bem distante de definir a escolha profissional que fará para a sua vida. Ainda não consegue chamar a atenção dos pais e responsáveis sobre seus interesses, e estes, sobre que realmente querem para seus filhos. São crianças que somente precisam ser alfabetizadas, e quando respondem sobre o que vão ser quando crescer, respondem com diversas possibilidades, desde o professor, passando pelo policial, até ao médico.
Passando pelo pré-escolar, fundamental e ensino médio, todo estudante é trabalhado para ter leitura e escrita em nível de excelência, ou deveria ser. Todo mundo sabe que quando se chega aos exames vestibulares, são exigidos textos bem produzidos, de melhor compreensão, que levam a redução de erros, aos quais tiram preciosos pontos e levam aos insucessos. Nesta hora, dentre tantos aprendizados, o referente ao uso do caderno de caligrafia também tem sua importância, independente de querer ser médico ou professor.O fato, é que quando o sucesso chega, muitos professores, principalmente aqueles das séries iniciais, continuam honrando essa cultura, mantendo uma caligrafia de dar inveja a tantos outros profissionais. Em contrapartida, tantos outros estudantes que ao se tornar calouros dos cursos de medicina, começam a desenvolver uma grafia esteticamente imperfeita, muitas vezes por modismo e cultura, esquecendo todo um aprendizado que o levou àquela condição de acadêmico de medicina.
Na verdade, ter ou não uma letra bonita; e escrever ou não de forma clara e acessível, não é particularidade de determinados profissionais. É cabível a qualquer, de diferentes áreas de atuação, e em qualquer nível de instrução, desde que tenha a compreensão de que quando escreve, é para alguém ler, ou seja, que num processo de comunicação sempre existe um emissor e um receptor, que busca a compreensão de uma mensagem.

Disponível em: http://www.linkedin.com/groupItem?view=&type=member&gid=3957897&item=5852469101754089475&commentID=5853666303897800704&trk=eml-anet_dig-b_pd-pmr-cn&fromEmail=&ut=2-hDsVAPbaqmg1#commentID_5853666303897800704

Valilândia: Escola Amâncio realiza Festa da Família

Com o objetivo do evento de promover a interação entre a família e a escola, estimular a participação efetiva dos pais na proposta pedagógica desenvolvida na escola, professores, pais,  alunos, família em geral e gestão escolar da Escola Amâncio José da Cunha  reuniram no último sábado 24/05 as 8:30 na sede da Escola para festejar a Festa da Família. A comemoração foi marcada por apresentações, coreografias pelos alunos como também distribuição de lembrancinhas  e brindes as famílias, diversidades de sabores: como salgados, doces e frutas. O evento tem um significado muito importante: “é uma grande oportunidade para que a família e a comunidade escolar possam vivenciar um momento de confraternização e troca de experiências além de um momento em que cada pessoa deve refletir pensar sobre as suas ações estão contribuindo para o processo escolar.
 A educação vem do berço, por isso os pais devem aproveitar o momento não só para comemorar, mas também para aumentar a cada dia a sua parcela de contribuição com a educação dos filhos”. O evento foi organizado pela direção da escola com o apoio das Secretaria de Educação de Valente. 















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Escolas realizam seminário de devolução/projeto Cat

No dia 1º de novembro, aconteceu o IX Seminário de Devolução do Projeto CAT(Conhecer, Analisar e Transformar a realidade do Homem do Campo), as 14:00hs na Escola Municipal Albino Carlos Guimarães, no Povoado de Cipó de Leite com apresentações coreografia, reisado e  apresentação através de slide dos projetos trabalhados em sala de aula pelos educandos, como por exemplo: horta escolar, Despertar, Baú de Leitura e tabelas do CAT e exposição de objetos antigos, e reciclados pelos alunos.O Senhor Joaquim Honório falou da História da Comunidade e da escola local. Estiveram presentes ainda o representante da Scretária de Jovens do STRAFS (Sindicato dos Trabalhadores e Agricultores Familiares de Valente) Julivaldo, os coordenadores da Secretaria de Educação/Cultura/Esporte e Lazer: Perivaldo, Marilúcia (CAT) Ana Elma (Baú de Leitura) e Ludenilda coordenadora pedagógica, professores e alunos da Escola Manoel Novaes, pais de alunos e o Secretário das Escolas nucleadas Antonio Lopes.








Já no dia 08  de novembro aconteceu o IX   Seminário de Devolução do Projeto CAT na Escola Municipal Manoel Novaes na Comunidade de Varginha de Dentro com o mesmo objetivo. Estiveram presentes a diretora escolar Claudinei, a Supervisora Pedagógica da Secretária de Educação Adélia, a coordenadora Pedagógica do Cat, Marilúcia, pais, agente Comunitário de Saúde Aurélio, alunos e a professora Maria da Glória da Escola Albino Carlos Guimarães. Ouve ainda apresentação de um vídeo com o Senhor Manoel Costa Sobrinho, sobre a história da Comunidade.








Oficina de Artes:reciclando o lixo

As vezes, nos perguntamos como podemos produzir tanto lixo ao longo de um dia, mas produzimos e com uma irresponsabilidade enorme não sabemos reciclar ou não nos interessamos vamos largando ao longo da rua, das estradas, jogando nos rios e pior que temos consciência do que estamos fazendo mas não mudamos. No entanto, devemos mostrar aso aprendizes e familiares em geral que a sustentabilidade do nosso planeta é importante, por isso, é mister iniciar com esse olhar sustentável na comunidade e assim torná-los cidadãos atentos e sensíveis ao momento delicado de degradação que passa o meio ambiente. No espaço escolar os educandos formam uma comunidade sustentável na qual cuidam um dos outros, preocupam-se com a natureza e com o local onde vive. Foi com esse intuito que os alunos da Escola Municipal Manoel Novaes, o professor Antonio Carlos, através do projeto das Coordenadoras do Baú de Leitura da Secretaria de Educação de Valente com o tema: "Meio ambiente e vida: uma intrínseca relação". (Ana Elma e Ivone), os alunos realizaram uma aula de arte utilizando garrafas pet, cabo de vassouras e restos de emborrachados que muitas das vezes vão para o lixo e os transformaram em brinquedos, chamados "cavalo de pau".






Primavera: estação das flores em aulas remotas

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, ESPORTE, CULTURA E LAZER ESCOLAS; ALBINO CARLOS GUIMARÂES, VERISSÍMO FERREIRA DA SILVA, ESTEFÂNIO SIMÕES D...